Fundado em Setembro de 1962, o Tommasi Laboratório é um laboratório de análises clinicas com atuação no Espítito Santo, oferecendo a seus clientes uma gama completa de exames laboratoriais.
Comprometido com a qualidade dos seus serviços, o Tommasi Laboratório investe continuamente em tecnologia, no aprimoramento profissional de sua equipe, no desenvolvimento científico e na relação com seus clientes, parceiros e fornecedores.
» Saiba maisO Tommasi Laboratório sempre perto quando você precisar
Tommasi nas Redes Sociais:Uma empresa do GRUPO TOMMASI
expandirNo inicio de agosto, após internação por uma suposta Faringite, o ator Reynaldo Gianecchini foi diagnosticado com um Linfoma Não-Hodgkin e depois de vários exames, teve a confirmação de que encontra-se com um tipo de linfoma raro e mais agressivo: Linfoma de células T angioimunoblástico.
Câncer é uma doença que deixa todo ser humano preocupado, e com o ator Reynaldo Gianecchini não foi diferente. No inicio de agosto, após internação por uma suposta Faringite, Gianecchini foi diagnosticado com um Linfoma Não-Hodgkin e depois de vários exames, teve a confirmação de que encontra-se com um tipo de linfoma raro e mais agressivo: Linfoma de células T angioimunoblástico.
Por acometer uma pessoa pública, assim como ocorreu em 2009 com a presidente da república, Dilma Rousseff, o Linfoma Não-Rodgkin despertou a curiosidade de muitas pessoas. Por isso, o Tommasi Laboratório preparou uma matéria especial explicando detalhadamente os vários estágios desta doença que segundo o INCA (Instituto Nacional de Câncer) ataca cerca de 10 mil pessoas por ano no Brasil.

O que é?
De acordo com o INCA os linfomas são neoplasias malignas geradas nos linfonodos (gânglios). Os linfomas Não-Hodgkin existem mais de 20 subtipos catalogados, sendo 90 dos casos.
Graças ao conhecimento da maneira pela qual os tipos específicos de linfoma avançam, pode-se determinar a possibilidade de progressão lenta ou rápida e os tipos de tratamento necessários a esses subtipos.
A classificação dos tipos específicos de linfoma leva em consideração o padrão da biópsia do linfonodo feita ao microscópio e o tipo celular predominante dos linfócitos (T ou B).
As células T, afetadas no caso de Gianecchini, são responsáveis pela defesa celular. São elas que regulam o funcionamento do sistema imunológico.
O linfoma de células T angioimunoblástico acomete primeiro os gânglios, pequenos órgãos espalhados pelo corpo que fazem parte do sistema linfático, produzindo anticorpos. Em seguida, pode atingir outras partes do organismo, como a medula óssea, o fígado, o intestino e a pele.
Fatores de risco
Os poucos fatores de risco conhecidos para o desenvolvimento de Linfomas Não-Hodgkin são:
· Sistema imune comprometido: pessoas com deficiência de imunidade, em decorrência de doenças genéticas hereditárias, uso de drogas imunossupressoras e infecção pelo HIV, têm maior risco de desenvolver linfomas. Pacientes portadores dos vírus EpsteinBarr, HTLV1, e da bactéria Helicobacter pylori (que causa úlceras gástricas), têm risco aumentado para alguns tipos de linfoma.
· Exposição Química: os Linfomas Não-Hodgkin estão também ligados à exposição a certos agentes químicos, incluindo pesticidas, solventes e fertilizantes. Herbicidas e inseticidas têm sido relacionados ao surgimento de linfomas em estudos com agricultores e outros grupos de pessoas que se expõem a altos níveis desses agentes químicos. A contaminação da água por nitrato, substância encontrada em fertilizantes, é um exemplo de exposição que parece aumentar os riscos para doença.
· Exposição a altas doses de radiação. Tomam medicamentos devido ao transplante de órgãos.
É importante ressaltar que muitos indivíduos com linfoma não se incluem nesses grupos de risco, e também que a maioria dos que se encontram nesses grupos nunca desenvolve a doença.
Sintomas

Os principais sintomas são aumento dos linfonodos do pescoço, axilas e/ou virilha; sudorese noturna excessiva; febre; prurido (coceira na pele); e perda de peso inexplicada, sem infecções aparentes. A lista pode incluir outros sintomas que dependem da localização do tumor.
Raramente, a doença pode se iniciar em outro local, como ossos, pulmões ou pele. Nesses casos, os pacientes costumam apresentar sintomas referentes ao envolvimento local, como dor óssea, tosse, dor no peito, erupções ou nódulos na pele.
Em alguns casos, é possível que a doença seja descoberta somente durante um exame médico "de rotina" ou enquanto o paciente esteja sob tratamento de uma condição não relacionada.
Diagnóstico
O método mais freqüente para estabelecer o diagnóstico exato de Linfoma Não-Hodgkin é através de biopsia a um dos gânglios linfáticos aumentados. A biopsia implica a extração da totalidade ou parte de um gânglio que será posteriormente examinado ao microscópio, para que se possam realizar outros testes a células anômalas da amostra de tecido.
O tecido extraído numa biópsia é observado ao microscópio para determinar se trata de um linfoma e para fornecer outras informações úteis para estabelecer o melhor tratamento
Podem ser extraídas células do gânglio através de uma agulha, uma técnica conhecida como aspiração por agulha, embora nem sempre seja o método mais adequado para diagnosticar o linfoma Não-Hodgkin. Trata-se de um procedimento ainda mais simples do que a biopsia cirúrgica.
Para determinar a correta extensão da doença, pode ser necessário realizar uma biópsia a outros tecidos, para além do gânglio linfático, freqüentemente uma biopsia da medula óssea. Também neste caso, o doente deve ser informado sobre a intervenção e os procedimentos a cumprir antes da sua realização.
O linfoma é diagnosticado com base na biopsia. O tecido obtido na biopsia é observado ao microscópio por um patologista e os resultados estão disponíveis de uma a duas semanas.
Se o resultado da biopsia for positivo, também será possível dizer se trata de um linfoma não-Hodgkin ou de um linfoma Hodgkin, qual o seu tipo ou &39;grau&39; e a sua classificação (indolente ou agressivo).
Além da biópsia pode ser necessário realizar outros exames, que se dividem em dois grupos principais:
· Análises ao sangue para avaliar o estado de saúde do doente
· Exames de estadiamento para determinar a localização e extensão do linfoma
As análises ao sangue mais frequentes para avaliar o estado de saúde são as seguintes:
· Hemograma completo, que revela o número de células sanguíneas (glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas) no sangue
· Testes de função hepática, que mostram como o fígado está a funcionar
· Testes de função renal, que mostram como os rins estão a funcionar
· Testes à concentração de lactatodesidrogenase (LDH),
Para estas determinações, a colheita de sangue é única. Mas é provável que se repitam periodicamente, durante e após o tratamento.
Exames de Imagem
Estes exames são usados para determinar a localização dos sítios acometidos pela doença:
· Radiografias de tórax: podem detectar tumores no tórax e pulmões
· Tomografia Computadorizada: visualiza internamente os segmentos do corpo por vários ângulos, permitindo imagens detalhadas
· Ressonância Nuclear Magnética (RNM): também produz imagens detalhadas dos segmentos corporais
· Cintigrafia com Gálio: uma substância radioativa que, ao ser injetada no corpo, concentra-se principalmente em locais comprometidos pelo tumor. Uma câmera especial permite ver onde o material radioativo se acumulou, e determinar o quanto se disseminou a doença.

Tratamento
A maioria dos linfomas é tratada com quimioterapia, radioterapia, ou ambos. A imunoterapia também está sendo incorporada ao tratamento, incluindo anticorpos monoclonais e citoquinas, isoladamente ou associados à quimioterapia.
A quimioterapia é a combinação de duas ou mais drogas, sob várias formas de administração, de acordo com o tipo de Linfoma Não-Hodgkin. A radioterapia é usada, em geral, para reduzir a carga tumoral em locais específicos, para aliviar sintomas relacionados ao tumor, ou também para consolidar o tratamento quimioterápico, diminuindo as chances de incidência em certos locais no organismo mais propensos à recaída.
Para linfomas com maior risco de invasão do sistema nervoso (cérebro e medula espinhal), faz-se terapia preventiva, consistindo de injeção de drogas quimioterápicas diretamente no líquido cérebro-espinhal, e/ou radioterapia que envolva cérebro e medula espinhal.
Prevenção
O Tommasi Laboratório ressalta que assim como em outras doenças, manter uma alimentação equilibrada, rica em nutrientes obtidos das verduras e frutas, assim como outros hábitos que reforçam as defesas do sistema imunológico podem ter efeito protetor contra o desenvolvimento de Linfomas Não-Hodgkin.
Fontes e referências:
Agende a melhor data e hora que o Tommasi Laboratório retira o material em sua casa ou onde você preferir.
Saiba maisReclame, sugira e, porque não, elogie.